Quem sou eu

 O meu nome é João, alguns tratam por Pai, outros por filho. Tem quem me chame de companheiro, amigo ou até mesmo doido varrido. Existe também quem me trate por Joca, em tempos já me chamaram de mijoca... hoje não chamam mais. Tem que me chame de amor e eu chamo ela de amora. Tem quem não aprecie o meu jeito descontrolado de não querer saber. Existe quem me odeie (palavra demasiado forte)... Mas eu sou e serei sempre o João. Em constante negociação comigo mesmo e num momento de extremos decidi começar a escrever textos sobre o que se passava comigo e o que vou sentindo naquele momento.

Comecei a fazer no facebook, na página pessoal e com meu primeiro texto tive reações inesperadas vinda de pessoas que eu nem sabia que existiam. Aquilo deu-me a força que eu estava a precisar, mesmo sem saber que precisava. E os elogios foram aumentando, cada vez mais pessoas a seguir, a interagir e eu a adorar tudo aquilo. 

Adorei tanto que comecei a partilhar as minhas publicações de forma a chegar a mais gente e ter mais interação. Alguém, queixoso, disse-me "eu não consigo ler, não tenho facebook". Por isso e por mais alguns motivos, saltei do facebook para o wordpress e lá criei um blog. Parecia que quase tudo estava perfeito. Criava a minha motivação e seguia o meu caminho de cara lavada e levantada. Pensei porque não monetizar isto (aliás o dinheiro está caro). Saltei para um alojador de Web gratuito, comprei um domínio e tentei a minha sorte. Não funcionou, hoje o site não abre, não vou renovar o domínio, mas a minha vontade de escrever continua. A isto somei a minha vontade de rever o que pensava e analisar-me à distância. 

Vou recomeçar aqui. A vida é feita de recomeços, pelo menos a minha. E aqui posso partilhar noutros sítios. Não gasto dinheiro e faço a minha terapia. Escrevo com erros e nem todos são propositais. Digo asneiras e nem todas são caralhadas. Faço rimas mas nem sempre rimo. E sobretudo tenho um enorme prazer em fazer isto.

A vocês desejo tudo de bom. Obrigado por terem chegado aqui e por aqui se manterem sem serem obrigados. 

Abreijos

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